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Tive a oportunidade de visitar o blog de Tiago Bettencourt. Entre vários textos antigos encontrei um que expressava o seu contentamento por tocar em terras alentejanas. «Finalmente o Alentejo. Tinha saudares de tocar no Alentejo. As pessoas são simpáticas, come-se bem e o ar trás, durante todo o dia, uma calma, que no resto do pais é só ao final da tarde». Percebo o entusiasmo interior do artista, de tal maneira intenso que o levou a uma dislexia na digitação da palavra “saudade” e o impediu de conjugar com correcção o verbo “trazer”, para além de uma obsessão relativa pelo uso da vírgula e de uma carência de acentuação em "país". Mas linguística à parte, finalmente este artista teve a oportunidade de demonstrar o seu talento ao seu principal público-alvo, no seio de um contexto apropriado - o habitat dos únicos seres que actualmente possuem uma capacidade processual compatível com a apatia lírica de Tiago. Ali, ele deixa de ser incompreendido.

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escarnecido às 00:36


1 reclamação

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De Anónimo a 17.02.2013 às 02:29

Recolha-se ao canto escuro de pouco ar em que vive, porque a sua pequenez transmite vergonha alheia.

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